Idosos que cuidam de seus netos tendem a viver mais | Wesco

Idosos que cuidam de seus netos tendem a viver mais

Pesquisa com mais de 500 idosos revela que cuidar de entes queridos faz a expectativa de vida aumentar

Há um estudo recente, realizado por pesquisadores alemães e australianos, que sugere que aqueles que cuidam de pessoas queridas tendem a viver mais.

Publicado em dezembro de 2016, a pesquisa teve como objetivo estudar a relação entre avós e netos, a fim de entender melhor como essa relação pode ser benéfica para os idosos.

Para realizar a pesquisa, os pesquisadores utilizaram dados coletados através do Estudo de Envelhecimento de Berlim por quase duas décadas (de 1990 até 2009), com mais de 500 pessoas com idades entre 70 e 103 anos de idade.

O resultado da pesquisa foi impressionante: há mesmo uma relação entre cuidar dos netos e ter uma vida um pouco mais longa. Porém os pesquisadores ressaltam que esse resultado positivo não deve ser mal interpretado, que cuidar de entes queridos não é uma solução para se viver mais.

De acordo com o resultado do estudo, metades dos idosos que participaram da pesquisa e que ajudam com a criação dos netos ou que ajudavam os filhos de alguma forma, ainda estavam vivos após dez anos da primeira entrevista, feita em 1990.

Ao comparar os resultados, os pesquisadores repararam que metade dos idosos que não tinham uma relação próxima com os filhos ou netos acabaram morrendo cinco anos antes dos que apresentavam uma boa relação.

Outro resultado impressionante da pesquisa foi que, esse benefício de ter uma vida mais longa não é exclusivo para aqueles idosos que cuidam de seus netos e/ou filhos.

Noutra amostra analisada, os pesquisadores constataram que o mesmo benefício foi encontrado na maioria dos idosos sem filhos, mas que davam apoio emocional ou que prestavam ajuda aos seus amigos e para alguns conhecidos.

Os pesquisadores constataram que para essa amostragem, os idosos viveram cerca de sete anos a mais do que aqueles que não apresentaram esse tipo de comportamento, que viveram apenas cerca de quatro anos a mais.

Como já dito neste texto, os pesquisadores ressaltam que não deve haver uma má interpretação desta pesquisa, que não é só mostrar esse comportamento em relação aos entes queridos e/ou amigos e conhecidos, que automaticamente você estará vivendo mais.

Não, a intenção da pesquisa era saber mais sobre a relação destes idosos, e feito isso, foi constatado que cuidar de entes queridos e/ou de amigos e conhecidos parecer ter um efeito benéfico à saúde. Mas os pesquisadores também pedem cautela, pois em pesquisas anteriores já foi mostrado que o envolvimento mais intenso pode causar mais prejuízos a saúde do que benefícios.

E ainda sobre o resultado positivo, um dos pesquisadores acredita que esse comportamento que preza o cuidado com entes queridos, e até mesmo com amigos e conhecidos, faz parte de uma herança genética, onde o indivíduo herda esse comportamento baseando-se no comportamento de seus ancestrais.

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Com informações de: Psicoativo; Revista Galileu.